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Política, Educação, Ciência e Cultura 

Encontro faz parte do cronograma de reuniões para elaboração do projeto de desenvolvimento viável para o município


Na última terça-feira (04) ocorreu mais uma reunião dos membros das Executivas Municipais dos partidos que integram o bloco “Novos Rumos Camaquã”. A aliança é formada pelo Partido Democrático Trabalhista (PDT), Partido Socialista Brasileiro (PSB) e Partido Comunista do Brasil (PCdoB) e Partido dos Trabalhadores (PT).


A reunião e o jantar foram realizados na sede do Sindicato dos Bancários de Camaquã e contou com a presença de lideranças como o ex-candidato a prefeito de Camaquã, José Carlos Copes; ex-governador Beto Grill (PSB); ex-prefeito de Camaquã, Hermes da Rocha (PDT); ex-candidato a prefeito, Renato Nogueira (PDT); presidente do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais – Simuca, Carla Simone Blaskowski; vereadores Marco Longaray (PT) e Claiton Silva (PDT); entre outros. O encontro teve como objetivo definir detalhes da elaboração do projeto de desenvolvimento do município.


De acordo com Gildo Silva, presidente do PSB, os partidos que integram o grupo possuem profissionais qualificados de diversas áreas e que conhecem política, sendo capazes de elaborar um Plano de Governo viável e que atenda as necessidades dos camaquenses, em especial dos moradores das áreas que hoje não são assistidas pelo governo municipal, como dos bairros mais afastados do centro e interior.


Para Márcio Oliveira, presidente do PCdoB, demonstrou estar confiante na união do grupo. “Percebemos que as pessoas estão cansadas desse continuísmo, de promessas sem ações, do funcionalismo desvalorizado e sem atração de investimento. Nosso grupo está bem alinhado e possui condições de apresentar um projeto voltado para as pessoas”, avalia.


Na oportunidade, Claiton Silva, vereador e presidente do Diretório Municipal do PDT, destacou que o grupo está unido e possui o mesmo objetivo. Silva afirmou que o grupo não está falando em nomes, pois cada partido que integra o “Novos Rumos Camaquã” possui pessoas qualificadas para concorrer, mas o mais importante é construir um projeto viável que vise o bem-estar social e o desenvolvimento do município.


Na ocasião, professor Leandro Neutzling Barbosa, presidente do Diretório Municipal do PT, reiterou que o próximo prefeito do município será do Campo Popular. “A conjuntura econômica, política e social faz com que as pessoas percebam a necessidade de termos gestores sérios, comprometidos com os trabalhadores, não apenas com pequenos grupos”, comenta.


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Barbosa destacou que o município não foi governado por um partido do Campo Popular nos últimos 20 anos. “Camaquã não experimentou um governo popular no século 21, experimentamos apenas ‘mais do mesmo’”, comenta.


Uma nova reunião entre os presidentes dos partidos deve ocorrer nos próximos dias, onde irão definir as diretrizes do Plano de Governo.

Após a implantação do estacionamento rotativo, motociclistas tem transtornos para estacionar seus veículos

Foto: Leandro Barbosa

Nesta terça-feira (4) o estacionamento rotativo completa dois meses de funcionamento, em Camaquã. Após algumas divergências iniciais, o rotativo vem cumprindo o papel de facilitar o estacionamento para os motoristas de automóveis. No entanto, os motociclistas não podem dizer o mesmo.


A motocicleta é o meio de transporte utilizado por grande parte dos camaquenses, por se tratar de um transporte econômico, ágil e fácil de estacionar. Entretanto, após a implantação do estacionamento rotativo, os motociclistas encontram dificuldades para estacionar seus veículos na área central da cidade. As motocicletas estão excluídas do Sistema de Estacionamento Rotativo e proibidas de estacionar nessas vagas, ou seja, não é permitido estacionar em vagas de automóveis mesmo que motociclista queira pagar pelo estacionamento.



Geralmente, na extremidade de algumas quadras, dentro do perímetro do sistema, dispõe de um pequeno espaço destinado às motocicletas. Mas observa-se que são insuficientes, principalmente nos horários de pico, pois não há espaço para acomodar os veículos.

Transformou uma vantagem em desvantagem

Como consequência, transformou uma vantagem em desvantagem, pois os usuários têm que estacionar seus veículos distantes do local desejado. Também há relatos de motocicletas que foram tombadas quando estavam estacionadas, devido à superlotação do local, trazendo prejuízos aos proprietários.


São mais de 10 mil motocicletas em circulação somente no município de Camaquã, segundo dados de dezembro de 2019 do Departamento de Trânsito do Estado do Rio Grande do Sul – Detran/RS. Dessa maneira é importante que, dentro do possível, ações devem ser realizadas por parte da prefeitura e setor responsável por ordenar o trânsito.

De acordo com dados do Portal da Transparência o governo excluiu no último ano 527 camaquenses do programa de distribuição de renda Bolsa Família

No ano de 2018, segundo dados do Portal da Transparência no Município de camaquã, foram beneficiadas pelo Programa Bolsa Família 3313 pessoas, após exclusão o número caiu para 2786 em 2019. Totalizando uma redução de 517 pessoas excluídas do programa de transferência de renda.


De acordo com a reportagem da rede Brasil Atual em um ano, o governo de Jair Bolsonaro excluiu do programa Bolsa Família um milhão de famílias. No primeiro semestre de 2019 eram 14,3 milhões de famílias, número que caiu para 13,5 milhões em setembro. A expulsão dessas famílias ocorreu no mesmo período em que a situação econômica do país caminhou ainda mais para trás e a vulnerabilidade social aumentou.


“Em 2019 voltamos ao patamar de nove anos atrás, de 2010. Só que hoje a economia vai mal, o desemprego é o dobro do que era há 9 anos, com muita precarização. Nesse cenário, um milhão de famílias que se enquadram nos requisitos do programa estão fora, tentando entrar, mas o programa está congelado”, afirma a ex-ministra do Desenvolvimento Social no governo de Dilma Rousseff (PT), a economista Tereza Campello.


Na sua avaliação, com as mudanças anunciadas ontem (8), o governo pretende é aumentar a exclusão de famílias. “Excluir ainda mais a população cada vez mais empobrecida, que está sem trabalho, fazendo bico, com a comida mais cara. Estamos falando de tirar dessas famílias R$ 190, o que faz muita falta. O que esse governo precisa é criar empregos”.


A ex-ministra chama a atenção também para o fim de políticas articuladas com o Bolsa Família, como o Programa de Aquisição de Alimentos, para construção de cisternas e o Pronatec, que permitiam a emancipação de muitas famílias.


“No comando do Bolsa Família desde o governo de Michel Temer, o ministro Osmar Terra falou diversas vezes que havia zerado a fila de ingresso no programa, porém sem mostrar os números. Mas o que se sabe é que a porta está fechada para um milhão de famílias”, ressaltou.


Fome Zero


Em 9 de  janeiro de 2004, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou a Lei nº 10.836/2004, que criou o Bolsa Família – maior programa de transferência de renda do mundo. O programa é resultado de debates com sociedade civil, ativistas e especialistas, a partir da experiência do programa Fome Zero.


Até o final de 2014, foram atendidas 14 milhões de famílias, o que permitiu retirar da miséria 36 milhões de pessoas. Em 2014, foram inseridos no mercado de trabalho 75% dos beneficiados, e 1,69 milhão de famílias procuraram voluntariamente os centros de referência em assistência social para abrir mão do benefício, pois já teriam elevado sua renda.


Fonte: Rede Brasil Atual Foto: Divulgação

leandro.neutzlingbarbosa@gmail

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