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Política, Educação, Ciência e Cultura 

Estudo aponta que o Brasil atingiu a pior marca da série história de país corrupto

O Brasil que em 2012 apresentava índice de 43 pontos, passou em 2016 para 40 e hoje está com apenas 35, passando a ocupar 106º lugar. Fazendo o país atingir sua pior colocação na série histórica do índice. Em 2018, o país já havia perdido dois pontos e caído nove posições.

O estudo aponta também que uma das possíveis causas para o Brasil chegar a essa condição foram as tentativas de interferência política do Palácio do Planalto nos órgãos de controle, com substituições polêmicas na Polícia Federal e Receita Federal e nomeação de um Procurador-Geral da República fora da lista tríplice.


Um governo eleito com discurso anticorrupção está mergulhando o país no caos econômico e piorando os indicadores de combate a corrupção.


Fonte: Texto adaptado/ Transparência Brasil Foto: Ilustração

Produtores que vivem do tabaco diversificam a renda familiar através do cultivo de uvas

Nesse domingo (19) ocorreu a VI Festa da Uva, em Dom Feliciano. Estive visitando o evento organizado pela Cooperativa Agropecuária Centro-Sul (Coopacs) com o apoio da prefeitura. O evento contou diversos expositores e apresentações artísticas, além da comercialização de uvas in natura, sucos integrais e derivados.


Visitantes de toda a região, estiveram presentes ao evento, fomentando o turismo e incentivando o cultivo de uva como alternativa de renda aos agricultores familiares.


A produção do tabaco é importante para a economia da região, mas é necessário criar alternativas de renda aos produtores. Um bom exemplo que vem de Dom Feliciano, a diversificação de cultura através da uva.


É preciso oferecer aos produtores meios de produzir e vender seus produtores, bem como prestar a assistência necessária. Não basta oferecer condições de plantar, é preciso criar o mercado, o produtor precisa vender. Com boa vontade, dedicação e criatividade é possível fortalecer a economia de Camaquã e região.



Agricultores e moradores da zona rural serão os mais prejudicados com a privatização da companhia

Reprodução/ Internet

As reclamações sobre a qualidade da prestação de serviços pela Companhia Estadual de Energia Elétrica (CEEE) é assunto recorrente em rodas de conversa entre amigos, redes sociais e nos veículos de comunicação, sendo comum que o assunto encerra com o jargão "tem que privatizar".


Reclamar é legitimo, pois quem paga por um serviço tem o direito de que ele seja prestado com qualidade. No entanto, vender uma empresa pública ao setor privado não significa que o serviço será melhor. Está cheio de empresas privadas que prestam um péssimo serviço aos clientes.


De acordo com dados do Procon, os 10 setores com o maior índice de reclamação em ordem decrescente são: telefonia celular, telefonia fixa, cartão de crédito, TV por assinatura, banco comercial, aparelho celular, energia elétrica, financeira, móveis, internet (serviços).

A solução não é a privatização, mas sim gestão.

As empresas de telefonia, campeãs em reclamações, são todas pertencentes ao setor privado é um exemplo que a solução não é a privatização, mas sim de gestão.


Na minha casa, que fica apenas 10 km da sede do município, não tem cobertura de nenhuma das empresas, como Vivo, OI, Claro, Tim por exemplo. E isso, acontece com milhares de pessoas que residem na zona rural do município Camaquã e região.


Toda empresa privada tem como finalidade o lucro para seus donos. Assim os investimentos neste setor tendem ser colocados prioritariamente nos aglomerados urbanos pela densidade de clientes ser maior, gerando mais lucro.


No entanto, a prestação de serviços de fornecimento de energia, de água, de telefonia, de internet entre outros, deve ser abordado sob o viés do desenvolvimento social, sendo de responsabilidade dos governos desenvolverem políticas públicas para atender essa demanda.


Precisamos de ações urgentes do governo do estado do RS para melhorar a gestão da Companhia e investir em recursos materiais e servidores e assim atender de maneira satisfatória os clientes.


Portanto, é necessário alertar para os riscos que a privatização da CEEE pode aprofundar os problemas enfrentados por moradores e agricultores que dependem da energia elétrica em suas propriedades.


leandro.neutzlingbarbosa@gmail

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