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Política, Educação, Ciência e Cultura 

Com o voto de desempate do presidente Vinicíos Araújo, proposta foi rejeitada

Na noite desta quarta-feira (02) os vereadores da base do governo rejeitaram o Requerimento com o Apoio do Plenário que solicitava ao asfaltamento da Rua Cruz Alta, em Camaquã. O pedido de autoria do vereador Mano Martins (DEM) foi rejeitado por 8 votos a 7.

O documento foi rejeitada por 7 votos a 7, sendo o desempate do presidente do Legislativo, Vinicíos Araújo, que votou pela reprovação da proposta. Foram contrários os vereadores Luciano Cabeça (PSDB), Eva Rosi (PSDB), Mozart Pielechowski (PSDB), Neco (PDT), Daniel da Pacheca (PSDB), Vaterson Bônus (Republicanos), Vinícios Araújo (MDB) e Márcio Nunes (MDB). Votaram a favor da proposta os vereadores Mano Martins (DEM), Marivone Ramos (PT), Ilson Meireles (Progressistas), Ronaldinho Renocar (Progressistas), Vitor Azambuja (Progressistas), João Pedro Grill (PSB) e Claiton Silva (PDT).


Requerimento com o Apoio do Plenário é apenas uma sugestão ao Executivo, sem que ele seja obrigado a cumprir. A autorização dos vereadores diz respeito apenas ao direito de um parlamentar enviar sugestões ao prefeito, o que foi negado, mais uma vez, por vereadores da base.



Fonte: Redação

Foto: Reprodução

Reunião ocorre uma vez por semana

A primeira sessão de março da Câmara de Vereadores de Camaquã foi marcada pela saída dos vereadores de oposição antes do término. O encontro ocorreu na noite desta quarta-feira (02).


Após a votação das matérias, parte dos vereadores de oposição foram embora. Ficaram na sessão Ronaldinho Renocar e João Pedro Grill. Já Ilson Meireles e Claiton Silva justificaram suas saídas antes do final da sessão.

Foram embora, sem justificativa, conforme o presidente Vinícios Araújo, os vereadores Vitor Azambuja, Marivone Ramos e Mano Martins.


A sessão plenária ocorre uma vez por semana e mesmo assim, parte dos vereadores não ficam até o final. A ausência da oposição faz com que os parlamentares de situação falem sozinhos, sem contraponto.


Quem perde com isso é cidadão que fica sem representação, o contribuinte que paga o salário do vereador ou da vereadora, perde a comunidade como um todo.


Fonte: Redação

Foto: Divulgação


No sétimo dia da guerra, os russos prosseguem com os ataques em diversas cidades ucranianas

Com apoio do Brasil, a Assembleia-Geral da ONU (Organização das Nações Unidas) aprovou na tarde desta quarta-feira (02) uma resolução contra a invasão russa à Ucrânia. No sétimo dia da guerra, os russos prosseguem com os ataques em diversas cidades ucranianas.


A reunião foi convocada pelo Conselho de Segurança e feita de forma emergencial para discutir a situação no Leste Europeu. Para a aprovação, foi necessário maioria de 2/3 dos votantes. Foram 141 votos a favor, cinco contrários e 35 abstenções.

Além da votação na ONU, uma nova rodada de negociações entre os dois países foi confirmada para hoje, segundo um assessor do governo ucraniano. No fim da manhã (horário de Brasília), uma delegação russa já se dirigia para o ponto de encontro com negociadores ucranianos, informou a agência de notícias Belta, de Belarus.


A primeira conversa entre as delegações após o início dos ataques ocorreu na segunda-feira (28) e teve duração de cinco horas, mas terminou sem um avanço. Na terça-feira (1º), o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, disse que a Rússia deve parar o bombardeio de cidades ucranianas antes que as negociações possam ocorrer.


Ainda nesta quarta, porém, o departamento de polícia regional de Kharkiv e a Universidade Nacional de Kharkiv foram alvo de um ataque militar, de acordo com o Serviço de Emergência do Estado da Ucrânia e imagens geolocalizadas. O conselho da cidade de Mariupol também disse que a cidade ao sul estava sob controle ucraniano, mas travada em batalhas com tropas russas.


O Ministério da Defesa russo também anunciou nesta quarta que as forças armadas tomaram a cidade de Kherson. Autoridades ucranianas rebateram e afirmaram que ainda estão no controle da região, que fica ao sul.


Na terça-feira, o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, anunciou o fechamento do espaço aéreo americano para a Rússia – isolando ainda mais o país de Vladimir Putin.


Fonte: OSul

Foto: Reprodução

leandro.neutzlingbarbosa@gmail

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