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Política, Educação, Ciência e Cultura 

Estamos todos na expectativa de ver em funcionamento e usina de asfalto, porém alguns pontos são preocupantes

Essa semana a prefeitura de Camaquã obteve a licença para instalação da usina de asfalto. Como camaquense que torce pelo bem do município, torço para que o Executivo consiga colocar a fábrica em funcionamento e melhore a infraestrutura da nossa cidade.


No entanto, é impossível não considerar o tamanho da dívida que a atual gestão deixará para seus sucessores pagarem. Além da diminuição do poder de investimento diante de tamanha dívida, causa preocupação as questões de funcionamento da usina, entre elas, os recursos humanos.


O quadro de pessoal da prefeitura é qualificado, disso não restam dúvidas, mas para operar uma fábrica de asfalto é necessário pessoal da área. Temos no quadro de servidores alguém com a qualificação necessária? Será terceirizado? Serão concursados novos servidores?


Reformar a rotatória da Faixinha o governo licitou uma empresa por R$ 16.693,58

Vale lembrar que para reformar a rotatória da Faixinha o governo licitou uma empresa por R$ 16.693,58. A obra não poderia ser feita pelos servidores da prefeitura?


Apenas em 2019 a prefeitura gastou cerca de R$ 150 mil em aquisição de canos de concreto, sendo que aluga uma fábrica onde confecciona bloquetos e tampas de concreto, em que apenas o aluguel já superou os R$ 250 mil desde 2017.


Se não conseguimos reformar uma rotatória e construir canos de concreto com força de trabalho da própria prefeitura, fica a indagação: conseguiremos operar essa usina e realizar o asfaltamento de maneira satisfatória transformando essa enorme dividida em investimento viável?

Acredito que o Poder Público deve priorizar as pessoas

Acredito que o Poder Público deve priorizar as pessoas, concentrar esforços em atender bem a população com serviços de qualidade, como saúde, educação, estradas e segurança, além de realizar obras de pequeno e médio porte. No entanto, investimentos altos que demandam maior número de máquinas e recursos humanos deveriam ser feitos por meio de empresas especializadas, contratadas através de licitação.


Foto: Divulgação

Pré-candidato afirma que no século XXI o município não experimentou um governo do campo popular

O professor Leandro Barbosa, presidente do Diretório Municipal do Partido dos Trabalhadores e pré-candidato a prefeito de Camaquã, concedeu entrevista ao programa Primeira Hora da rádio Acústica FM, na última sexta-feira (18).

“Camaquã do século XXI não foi governada por partidos do campo de centro-esquerda, e a comunidade espera essa união”

Segundo Barbosa, o próximo prefeito será do campo popular, sendo importante para essa consolidação que os partidos desse campo estejam unidos. “Camaquã do século XXI não foi governada por partidos do campo de esquerda e centro-esquerda, e a comunidade espera essa união”, destaca Barbosa, que avalia que o governo atual e o anterior são semelhantes.


O pré-candidato defendeu que a comunidade esteja mais atenta e ligada as decisões políticas, em especial as mulheres. “A política se faz no dia a dia, nas decisões mais simples, é preciso que as pessoas se interessem mais pela política, pois ela afeta diretamente a nossa vida”, avalia Barbosa.


Ainda durante a entrevista, Barbosa defendeu que políticos não são todos iguais. “Políticos não são todos iguais, cada um defende um modelo de gestão diferente, com prioridades distintas, é preciso que o eleitor compare os modelos de gestão e faça sua escolha”, afirma.


Confira a entrevista completa:


Foto: Valesca Luz

O aumento do preço do gás de cozinha impacta diretamente e principalmente os mais pobres

O aumento do gás de cozinha é mais um duro golpe na renda das famílias que já se encontram numa situação difícil com salários defasados e dificuldades para acessar os serviços públicos de saúde, educação e assistência social, entre outros.

Mas as maldades não cessam!

Mas as maldades não cessam! Se já não bastava os combustíveis, como diesel e gasolina, com valores altíssimos, chegou a vez de taxar o sol. Isso por que a ANEEL está propondo uma nova taxa sobre o valor dessa energia, que segundo reportagem do DCM pode elevar em até 68% do valor.

Foto: Ilustração

leandro.neutzlingbarbosa@gmail

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